Cachorro caramelo late em inglês agora? adoção voluntária no segundo dia de CSNU
Após os movimentos intensos da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas, a terceira sessão do Conselho de Segurança das Nações Unidas (CSNU) começa em um clima acalorado, os delegados parecem ainda estar exaltados com a crise geral e o ataque terrorista que ocorreu durante o evento.
Entre muitas farpas, os discursos iniciais abordaram a falta de foco do comitê no tema principal e os acontecimentos da Assembleia Geral de Crise. Posterior aos discursos de abertura, foi sugerido pelos delegados um debate à grega para discussão das questões ambientais e de segurança afetadas pelos mísseis da recente crise. Dentre as principais sugestões dos representantes na resolução desse problema, destaca-se a requisição de restabelecimento do estreito de Ormuz, por parte do Reino Unido.
Além disso, uma sugestão um tanto curiosa da Rússia para a formação de coalizão para discussão dos armamentos nucleares sem maiores explicações. Ainda, foi sugerida pela Groenlândia uma mobilização do PNUMA para lidar com as questões ambientais. Para surpresa dos leitores, os Estados Unidos afirmaram que a Groenlândia sofreu um Guerra civil, mas durante várias vezes do debate os próprio não reconhecia a existência de um Estado Groenlandês. Nesse caso, podemos entender que os EUA reconhecem a Groenlândia? Para discussão mais ampla dos temas, os representantes de Estados sugerem um debate não moderado. Nesse momento, as analistas do Le Monde entrevistaram a delegação do Canadá para questionar o silêncio da nação durante os debates, em resposta, a delegada afirmou que “não gostaria de comentar no momento”, quando perguntada se o silêncio era sua resposta ela disse “sim”.
Após esse momento de silêncio, a representante procurou as analistas para repetir a entrevista e mudar as respostas, com a sugestão de propostas e pedidos de ajuda para restituir as novas rotas marítimas para as demais nações. Inesperadamente, o conselho recebe mais um anúncio: o Brasil sofreu um golpe e passa a se alinhar de imediato aos Estados Unidos da América, deixando de lado sua posição historicamente neutra. Com as emoções à flor da pele, as delegações discutem e trocam alfinetadas, sobrando para os EUA uma insinuação de que o país não queria colaborar com o conselho. Nas palavras do delegado, a delegação estaria “adotando um novo cachorrinho” (em referência ao Brasil), para auxiliar no embaraço do andamento das pautas do conselho.
Mesmo diante dos vários acontecimentos, semelhantemente ao dia anterior, os delegados não entraram em consenso na resolução dos problemas, adiando para o último dia resolução das questões apresentadas. Esperamos que amanhã os delegados possam fazer mais do que pedir foco nas pautas do dia.
Analistas: Samantha Barbosa, Lorena Gama. Mariana Campos, Nicole Almeida
Secretária de Comunicação: Maria Rita Almeida



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